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LILIA ZAMBON

É graduada em editoração pela ECA-USP; mestre em Livros e Saberes na École Nationale Supérieure des Sciences de L'Information e des Bibliothèques, de Lyon, na França, e atualmente gerente de marketing do Grupo Companhia das Letras. Diversificação é uma palavra que define bem a atuação de Lília Zambon na indústria do livro no Brasil. Já foi revisora, preparadora, editora e responsável por vendas e marketing. No Grupo Companhia das Letras desde 2013, vinda da Planeta, integrou a equipe que fez o lançamento dos selos Paralela, Portfolio e Panelinha. Essa trajetória diversificada deu à ganhadora uma visão global da cadeia do livro. "Difícil falar sobre uma pessoa tão polivalente, mas tão competente naquilo que faz. É uma das pessoas mais jovens a conhecer todo o processo do livro, desde a sua criação no editorial até o ponto de venda", endossou Fábio Uehara, coordenador do Departamento de negócios digitais da Companhia das Letras. "Ela tem seguido uma trajetória singular no mercado editorial brasileiro, trajetória essa que a vem qualificando como uma das profissionais mais completa em atividade", apontou Matinas Suzuki Jr., editor-executivo do Grupo Companhia das Letras. 

VENCEDORES 2015

DANIEL LAMEIRA

É historiador e editor de ficção científica. Com aproximadamente 10 anos de atuação no mercado e apenas 30 anos, Daniel já passou por diversas etapas da cadeia do livro, somando experiência nas áreas de vendas, comercial, marketing, produção e aquisição. Os seus primeiros passos no mundo do livro foram na Livraria da Vila. Em 2010, passou a gerir a área de compras de literatura, artes e quadrinhos da FNAC. Foi nessa época o seu primeiro contato com a Aleph, editora onde atua como Publisher. "Numa época em que poucos livreiros acreditavam na ficção científica, Daniel coordenou uma ação agressiva de exposição dos livros da Aleph, e o sucesso de vendas imediato foi impressionante. Percebi aí, um profissional de extrema competência e visão", lembra Adriano Fromer, CEO da Aleph. Depois da FNAC, Lameira passou pela LeYa e pela Novo Século. Em 2014 chegou  à Aleph onde, nas palavras de Fromer, "ajudou muito a solidificar o crescimento da editora, continuando o nosso projeto de publicações de ficção científica, mas com uma abordagem mais inclusiva e comercial. Foi sua a ideia de participarmos da concorrência para o publicação da franquia de Star Wars no Brasil, o que mudou significativamente a história da editora". Em 2017, Lameira passou a integrar o time da Intrínseca, como responsável pela compra de livros de entretenimento e não ficção comercial.

JÉSSICA FERRARA E VERONICA GONZALES

Todos os anos a Editora Globo lança um desafio para seus estagiários: desenvolver um projeto voltado para qualquer área da editora que seja inovador e que dê retorno financeiro. As duas ganhadoras abraçaram essa missão e propuseram a criação de um novo selo que aglutinasse um catálogo voltado para os leitores dos gêneros Young Adult e New Adult. Assim foi pensado o selo GloboAlt lançado na Globo Livros. Juntas, elas pensaram em tudo: desde a seleção de obras dentro do catálogo da editora que pudessem migrar para o novo selo e a aquisição de novos títulos até detalhes como a criação de layout e marca. Além disso, executaram uma ampla pesquisa com livreiros, monitoraram a lista de mais vendidos de diversos veículos, foram à Bienal para entrevistar leitores e analisar a concorrência. "A Veronica e a Jéssica conseguiram fazer o que a maioria das pessoas julgava ser quase impossível: pegaram um projeto em que ninguém acreditava e fizeram dele um sucesso", apontou Rodrigo Buldrini, diretor de arte da revista Época Negócios e tutor do estágio das duas ganhadoras. "Jéssica e Veronica trouxeram à Globo Livros não apenas seu entusiasmo, indiscutível, como também uma visão diferente de mercado - a visão de jovens apaixonadas pela leitura, que viam em seus amigos e nelas mesmas a necessidade dde mudar", atestou Mauro Palermo, diretor da Globo Livros.

JOÃO VARELLA

É jornalista, escritor e empreendedor. Com abordagem criativa na forma que se apresenta e divulga seus livros, a Lote 42 - editora que construiu com Thiago Blumenthal e Cecilia Aborlave - ganhou destaque em 2014, quando prometeu - e cumpriu - que daria 10% de desconto para cada gol que o Brasil sofresse durante os jogos da Copa do Mundo. Com a goleada histórica da Alemanha de 7x1, a editora vendeu seus livros com 70% de desconto, o que gerou uma das mais bem sucedidas ações de publicidade da Copa do Mundo. João, ao lado de sua equipe da Lote 42, criou ainda a Banca Tatuí e a Feira Miolo(s), que tem como objetivo criar espaços para dar visibilidade à produção independente. Em sua inscrição, João foi avaliado por profissionais tanto do mercado editorial quanto de outras indústrias. Como o caso de Gustavo Piqueira, do escritório de design Casa Rex que disse: "Não considero João Varella alguém que vem se destacando na cadeia produtiva do livro. Considero João Varella alguém decidido a reinventá-la". Outra que deu a sua chancela ao trabalho de João é Elisa Ventura, da Livraria Blooks: "João Varella criou uma editora inspiradora, profissional, cheia de ideias criativas e energia".

"Um profissional de extrema competência e visão"

"Criou o curso que ministra gratuitamente em diversas faculdades de direito"

"Pegaram um projeto que ninguém acreditava e fizeram dele um sucesso"

"Considero João Varella alguém decidido a reinventar a cadeia produtiva do livro"

"É uma das pessoas mais jovens a conhecer todo o processo do livro"

HENDERSON FURST

É advogado e editor de livros jurídicos. Nascido em 1988, Henderson travou, ainda na infância, uma luta contra uma doença neurológica degenerativa rara. Suas limitações impediam de brincar e os livros eram as suas únicas formas de diversão. O seu primeiro contato profissional com o livro aconteceu aos 23 anos quando começou a trabalhar na Revista dos Tribunais onde tocou um audacioso projeto editorial: a reedição e atualização do Tratado de Direito Privado, de Pontes Miranda - uma coleção de 60 volumes. Henderson realizou o projeto em tempo record de dez meses e tornou-se um marco no centenário da editora. Foi aí que Henderson teve seu nome arejado no mercado de livros jurídicos no Brasil e começou a ver sua carreira deslanchar. Passou pela Saraiva e agora é da equipe do Grupo GEN. Paralelo à sua carreira de editor, Henderson criou o curso Como (não) escrever uma monografia que ele ministra gratuitamente em diversas faculdades de direito. A concepção é que esses encontros sirvam como incubadora de jovens autores. Um caso de sucesso é o jovem autor Georges Abboud, descoberto em um desses encontros. As muitas mudanças sugeridas em sua dissertação e nas formas de posicionamento da obra para o público leitor fez que a edição se esgotasse em alguns meses - algo raro no mercado jurídico para obra monográfica, especialmente de autor desconhecido. Hoje, possui diversas obras, e todas com diversas edições e sendo citadas pelo STF.